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TRILHA 4

🟡 Convertendo seu projeto

Da migração assistida por IA à manutenção em paralelo. O prompt-template que faz o agente migrar o próprio projeto.

1
Módulo
7
Tópicos
~40min
Duração
Prático
Tipo

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

4.1~40 min

🔄 Migração assistida por IA + manutenção em paralelo

Você não migra à mão. Você pede o agente novo migrar pra ele mesmo.

O que é:

Em vez de copiar/renomear/converter à mão, você abre o agente DESTINO (Codex se está vindo do Claude, e vice-versa) e pede que ele faça a leitura da config atual e crie a equivalente.

Por que aprender:

Migração à mão leva horas e tem bugs sutis. Agente faz em minutos, com chance de pegar nuance (sintaxe TOML, sidecar) que você esqueceria.

Conceitos-chave:

Princípio "agente migra agente", pesquisa de documentação como parte do prompt, validação posterior pelo humano.

O que é:

Prompt explícito que diz pro agente: leia CLAUDE.md, gere AGENTS.md equivalente; leia .claude/agents/, gere .codex/agents/ em TOML; leia .claude/skills/, copie/adapte pra .agents/skills/; pesquise documentação dos dois pra garantir.

Por que aprender:

Quem manda prompt vago tem resultado vago. O template padronizado garante cobertura completa: AGENTS.md + .codex/ + .agents/ + adaptação de agents pra TOML.

Conceitos-chave:

Ordem do prompt importa, pedir pesquisa de documentação explicitamente, listar arquivos esperados, pedir relatório do que mudou.

O que é:

Lista do que SEMPRE conferir depois que o agente diz "migrado": AGENTS.md tem instruções equivalentes; agents em TOML carregam sem erro; skills aparecem no comando de listagem; MCP servers conectam; permissões fazem sentido.

Por que aprender:

Agente pode dizer "feito" e ter pulado algo. Checklist é a apólice. Cinco minutos validando salva horas de "por que isso não funciona".

Conceitos-chave:

Validação por funcionalidade (não só por arquivo), teste de smoke (invocar uma skill simples), conferir openai.yaml em skills com MCP deps.

O que é:

(1) Skill em .codex/skills em vez de .agents/skills; (2) backtick-bang copiado sem fallback; (3) description longa truncada; (4) agents em markdown em vez de TOML; (5) auto-dispatch esperado no Codex.

Por que aprender:

São os 5 erros que aparecem em quase toda migração. Sabendo, você bate o olho e detecta. Sem saber, fica horas debugando "por que não dispara".

Conceitos-chave:

Path de pasta certo, conversão de injeção, limite de description, formato TOML, invocação explícita.

O que é:

Depois da migração inicial, toda mudança grande no CLAUDE.md precisa virar mudança no AGENTS.md (e vice-versa). Skills idem. É o "imposto" de manter os dois runtimes.

Por que aprender:

Sem disciplina, os dois divergem em semanas e você acaba com dois projetos diferentes. Disciplina manual funciona; polyskill (T5) automatiza pra skills.

Conceitos-chave:

Rule "mudou aqui, mudou lá", hook ou checklist pre-commit, divergence detection, polyskill como solução pra skills (não pra CLAUDE.md/AGENTS.md).

O que é:

Você pode ter Claude Code como agente principal e Codex só pra rodar skills específicas (ou vice-versa). Não é tudo ou nada. Compartilha o código-fonte, mantém só skills duplicadas.

Por que aprender:

Reduz custo de duplicação. Muita gente migra tudo achando que precisa, quando bastaria portar 2-3 skills críticas pro Codex.

Conceitos-chave:

Agente principal vs auxiliar, escopo mínimo de duplicação, "skill polyglot" portada com polyskill (T5).

O que é:

Depois da migração inicial e da experiência de manter os dois, vem o "ok, eu não quero mais fazer isso manualmente". Aí entra a Trilha 5: polyskill. Source único, dois outputs, drift policy.

Por que aprender:

Pra ter contexto da dor antes de ver a solução. Quem entende a dor de manter duas skills divergentes valoriza muito mais o polyskill.

Conceitos-chave:

Source-of-truth canônico, adapters por runtime, build automatizado, hash de drift, round-trip Claude ↔ Codex.

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