⚡ AutomationsAI|Portal de Cursos →

Verificando acesso...

TRILHA 6

🌹 Fluxos avançados

Session handoff, dois terminais no mesmo projeto, MCP compartilhado e governança de quem trabalha com os dois agentes no dia a dia.

1
Módulo
7
Tópicos
~50min
Duração
Avanç.
Nível

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

6.1~50 min

🎭 Dois agentes lado a lado no mesmo projeto

Session handoff, dois terminais, MCP compartilhado e como evitar que se atropelem.

O que é:

Resumo curto e estruturado que você pede ao agente atual antes de "passar a bola": foco atual, arquivos tocados, decisões tomadas, problema aberto, próximos passos. Cola no outro agente.

Por que aprender:

Sem isso, você vira chefe que faz reunião de 30min pra contar contexto pro substituto. Com isso, é uma mensagem de uma página e o outro agente sai escrevendo código em 30 segundos.

Conceitos-chave:

Template fixo (foco, arquivos, decisões, próximo passo), uso de skill session-handoff pra padronizar, salvar em arquivo (handoff.md) pra rastrear.

O que é:

Setup prático: VS Code aberto no projeto, dois painéis de terminal — um rodando claude, outro rodando codex. Os dois enxergam o mesmo filesystem, mesmo git, mesmas docs.

Por que aprender:

É a configuração que destrava trabalho paralelo: Claude refatora frontend num painel, Codex escreve testes no outro. Sem precisar de IDE separada.

Conceitos-chave:

Split terminal, split editor, workspace settings sincronizados, atalhos pra trocar foco, profile de terminal por agente.

O que é:

Se os dois agentes editam o mesmo arquivo ao mesmo tempo, um sobrescreve o outro. Solução: dividir por área (Claude no src/api/, Codex no src/ui/) ou por tipo (Claude implementa, Codex testa).

Por que aprender:

É a forma #1 de perder trabalho com workflow dual. Disciplina de divisão evita 100% dos casos. Sem disciplina, vira drama em poucas horas.

Conceitos-chave:

Divisão por área de código, divisão por fase (implementar vs revisar), uso de git branch separados por agente, lock manual via comment.

O que é:

MCP servers (Slack, Gmail, GitHub, banco) rodam como processos independentes. Configurados no .mcp.json (Claude) e config.toml (Codex), os dois agentes conectam no mesmo server.

Por que aprender:

Você não duplica o server — duplica só a declaração. Server em si é compartilhado, ganha-se consistência (mesmas credenciais, mesmas tools).

Conceitos-chave:

Server estático (stdio) vs HTTP, declaração espelhada nos dois runtimes, env vars centralizadas (.env compartilhado), allowlist por runtime.

O que é:

Hooks são shell commands. Coloca a lógica em scripts/check.sh no projeto, e os dois runtimes apontam o hook pra esse script. Manutenção em um único lugar.

Por que aprender:

Sem isso você duplica regex de hook em dois lugares diferentes. Com isso, edita o script, os dois agentes obedecem.

Conceitos-chave:

Script idempotente, exit code 0/1, scripts no scripts/ do projeto (compartilhados), declaração mínima em settings/config.

O que é:

Conjunto de regras que você (ou seu time) adota pra escolher agente por tipo de tarefa. Ex: "refactor longo = Claude; testes = Codex; debug paralelo = ambos".

Por que aprender:

Sem governança, escolha vira intuição (instável). Com regra escrita, novos integrantes do time têm um padrão pra seguir.

Conceitos-chave:

Rule of thumb por categoria de task, A/B test pra calibrar, "modelo neutro" no início (pegar o que estiver ocioso), revisão trimestral.

O que é:

O ecossistema não para. Gemini CLI, Cursor, Copilot, JetBrains AI Assistant estão no roadmap do polyskill como adapters. Sua skill cross-runtime já está pronta — só falta o adapter.

Por que aprender:

Pra entender que o investimento em escrever no formato portable é à prova de futuro. Não é só "Claude+Codex" — é qualquer runtime que vier.

Conceitos-chave:

Adapter como contrato simples (parse/emit/validate), comunidade Early AI Dopters, contribuir adapter via PR, marca da skill independente do runtime.

Ver Completo
← Trilha 5: polyskill Voltar para Landing 🏁